Trabalho final - Com alterações sugeridas pelo professor













Uniceub
Aluna: Brunna Pires
Professor: Alan Marques
Disciplina: Fotojornalismo

Postos desativados da PM são destinados a atividades sociais

Após uma negociação os postos comunitários de segurança que não estavam mais sendo usados, foram doados para a Escola de Música de Brasília (EMB), e agora servem de salas de estudo e aulas teóricas. A ideia de usar os postos de polícia abandonados partiu da professora de canto erudito Denise Tavares, em abril do ano passado, quando ela viu o anúncio de desativação.

Pintados de amarelo e marrom, as novas salas são usados para aulas coletivas e individuais. A escola foi beneficiada, já que as 84 salas de aula não eram mais suficientes para atender à demanda de alunos. A Escola de música de Brasília oferece os postos para os alunos, que ficam responsáveis pelo posto enquanto estão ensaiando e podem usá-los o tempo que for necessário.

O aluno de viola de arco Dennis luís, 19 anos, contou sobre a mudança depois da chegada dos postos “Os postos têm ajudado muito, porque antes nós ensaiávamos no pátio com muito barulho e incomodávamos as pessoas. Com os postos está bem melhor pra estudar porque é mais reservado e melhor para a concentração”, avaliou.

A melhoria do espaço disponível da escola com a chegada dos postos policias é unanimidade entre os estudantes. O aluno de fagote Mauro Nascimento, 57 anos, destacou o acréscimo das salas de aula. “Foi a melhor coisa que fizeram, porque precisamos estudar e agora podemos vir a qualquer hora. Temos a disponibilidade dos postos para estudar e ensaiar”, esclareceu.

Além da Escola de Música de Brasília, existem outras iniciativas que destinam os postos a atividades sociais. Um exemplo é a ONG Força Nacional de Força Ambiental que trabalha com conscientização e educação ambiental. Localizada em Samambaia Norte a sede é um posto comunitário de segurança desativado cedido pela Polícia Militar, que também é utilizado como biblioteca aberta para a população.
Os responsáveis pela organização recebem denúncias de maus tratos e encaminham as autoridade competentes. A ONG conta com 2,8 mil agentes voluntários no Distrito Federal, Minas Gerais e Goiás. Esses voluntários trabalham junto com a Polícia Militar Ambiental quando solicitados para dar apoio.
A manutenção do posto cedido é por conta da ONG. O coordenador do projeto João Batista, 54 anos, reforçou que ainda não tem documentação para usar o local “Fizemos a proposta ao comandante geral de Samambaia e teve um procedimento para que nos ocupássemos. Documento ainda não temos, mas temos autorização pra usar o espaço, até segunda ordem’, declarou.


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